Cuidado com a nova onda de abrir Associação em sua escola

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Novamente o mercado educacional passa por certa euforia sobre o assunto, mas muitos mantenedores estão olhando a situação apenas pelas vantagens e benefícios imediatos, sem levar em conta alguns pontos importantes de risco.

Trata-se da abertura de associação educacional com a finalidade de, criar algo mais duradouro de sua marca, e ao mesmo tempo reduzir custos com impostos possibilitando ampliação da instituição, e o que muitos me questionam é sobre a maravilha de parar de pagar impostos logo que se abre a mesma, porém não se atentam para algumas situações:

  1. Caso a associação tenha o pedido indeferido, por quaisquer motivos que seja da isenção de impostos, a empresa arcará com o valor retroativo desde sua fundação.
  2. Este perfil de empresa destina-se a empresas que de fato possuam a atividade voltada para o terceiro setor, caso contrário, o mantenedor que está depois de anos com sua marca na iniciativa privada, precisa ter entendimento de quais são seus objetivos.
  3. Os bens, carteira de clientes e toda estrutura da escola passará a ser da associação, e não mais haverá sócios ou donos da empresa, mas sim diretoria e presidência.

A estratégia por trás da migração para associação de escolas particulares já é antiga, muitas vezes salva um possível fechamento de certas empresas, mas não pode ser tratada como canal de planejamento tributário para os sócios, pois isso seria considerado irregular uma vez que não é a finalidade da mesma, por tanto, antes de embarcar em algo do gênero, pesquise e consulte especialistas a fundo, dos benefícios e desvantagens da opção.

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